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Sábado, 20 de Maio de 2006

Verdade nua (e crua)

«Uma mentira dá a volta ao mundo inteiro antes que a verdade tenha tempo de se vestir».

(Paulo Portas no programa «O Estado da Arte» da SIC Notícias, a citar Winston Churchill)


publicado por IWonderWhy às 15:24

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Frase ideal para colocar no local de trabalho

«Se algum dia alguém lhe disser que o seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construiram a Arca de Noé, e  profissionais, o Titanic.»

(autor desconhecido, via e-mail)

sinto-me: vingativa

publicado por IWonderWhy às 15:05

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Segunda-feira, 15 de Maio de 2006

Bem-vindo XU!!!

Só falta uma semana para... VRUUUUMMMMMMMMMM!!!!     
música: One Love - U2 feat. Mary J. Blidge

publicado por IWonderWhy às 12:22

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Domingo, 14 de Maio de 2006

Poder e arrogância

Há determinadas pessoas que, ao assumir uma posição de poder, perdem a noção de humildade e simplicidade. Ou, então, sempre foram prepotentes e arrogantes. Seja pelo sucesso que lhes subiu à cabeça ou por defeito de feitio, aproveitam para subjugar os que estão abaixo delas - hierarquicamente falando - e abusar da paciência deles, tendo em conta os modos que usam.

Infelizmente, vivemos num país em que, cada vez mais, são valorizados os «direitos» dos «grandes senhores», bem colocados na vida, e esquecidos os dos «mais pequenos». Normalmente, em situações profissionais, estes «mais pequenos» encontram-se em situações precárias. E como há muita oferta... ou aguentam ou vão embora. Como se ouve recorrentemente em muitos locais de trabalho: «há mais quem queira».

Mesmo quando o «mais pequeno» cumpre o seu papel pode sempre ter o «azar» de encontrar alguém que não goste dele, pura e simplesmente por imbirração. Pode ser sujeito a humilhações, ser responsabilizado por algo que não fez, etc, etc. São as chamadas injustiças.

E como responder? Claro que há processos legais para fazer frente a estes «grandes senhores»... Mas e as represálias? Quem é que hoje enfrenta de «peito feito» estes supostos «donos da verdade» contra tudo e contra todos? Certamente quem não terá muito a perder. O que é raro de encontrar.

Apesar de não ter vivido na época - nem sequer ser nascida - gostava que tivesse sobrevivido mais um pouco da Revolução, do 25 de Abril. A luta contra o poder instalado, contra as injustiças, a precariedade... A coragem, a esperança em tempos melhores.

Às vezes, apetece assumir o mesmo papel arrogante e prepotente destes «grandes senhores» e responder-lhes exactamente à letra, no mesmo sistema de linguagem que usam. Dizer tudo o que vai na alma e está preso na garganta. Não ter medo de perder o pouco que se conquistou e virar as costas, sem receios de ver «bloqueadas» - por portas e travessas - futuras oportunidades.

Se confiança e arrogância andam cada vez mais de mãos dadas, então percebo porque tantas vezes me consideram insegura. Mas se ser arrogante também é sinónimo de evolução na carreira, se é preciso «pôr os pés à parede» para que outros não nos ponham «os pés em cima», então estará para chegar um novo eu. Porque chega uma altura em que estamos fartos de aturar as mesmas situações. Chega uma altura em que não estamos mais dispostos a cumprir determinados papéis. Chega uma altura em que já chega de manter a cabeça baixa.

E quanto às consequências... já tive mais a perder.  

sinto-me: revoltada

publicado por IWonderWhy às 13:17

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Sábado, 13 de Maio de 2006

Não só com mais de 30...

«As mulheres tornam-se psíquicas à medida que envelhecem. Nunca terás que confessar os teus pecados a uma mulher com mais de 30. Elas sabem sempre.»

(autor desconhecido, via e-mail)


publicado por IWonderWhy às 10:53

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Domingo, 7 de Maio de 2006

Cá dentro

Ela está cá dentro. Muito encolhida, escondida. Por vezes, sem força. Tenta renascer, mostrar que existe. Mas forças mais altas levantam-se, impedem-na. Procura raios de luz cá fora, metáforas de quem lhe deu o nome. Mas espreguiça-se longamente e acomoda-se ao passar dos dias... das horas... dos segundos.

Esqueço-me dela, esforço-me por esquecê-la. Ignoro-a, amachuco-a, desprezo-a. Magoa-me, até, saber que ela existe. Outras vezes, faz todo o sentido que exista. Sem ela, não saberia viver. Ou viveria de outra maneira, muito pior. Tem o poder de nos fazer sentir bem... e mal. Causa-nos angústias, relembra-nos desejos escondidos, abre-nos um sorriso no rosto. Mas também - ao tomar consciência de que é apenas ela, na sua forma tão comum e variada - deixa-nos um amargo de boca, um sentimento de insatisfação e de ilusão.

Mas ela existe. E está cá. Chama-se esperança.   

                                                                                                                    

 

sinto-me: inspirada

publicado por IWonderWhy às 17:20

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Bruxinha agarra nas rédeas

Ontem ofereceram-me uma bruxinha da sorte. Supostamente a dita dedica-se ao «Amor». Foi escolhida por uma amiga minha... E fiquei a pensar se não deveria comprar todas as outras... Eheheh...

Há alguns dias, ofereceram-me um baralho de Tarot. Já comecei a ler sobre o assunto, a manusear as cartas, a perceber o significado delas (e sua conjugação) e, sobretudo, a entender a influência que um lançamento pode ter na vida do «Questioner» (aquele que pergunta, a quem é lançado o baralho). Tenho treinado comigo própria... e é incrível como há coisas que parecem bater tão certo...

Na minha mesa de cabeceira está um livro sobre pensamento positivo. E já prometi, a mim própria e aos outros, que desta vez "o treino" é a sério.

Também já fui a um astrólogo - credível - no final do ano passado. E espero, sinceramente, que ele tenha razão no que disse. Ou que eu esteja certa na forma como interpretei.

Estarei a tornar-me numa bruxinha? Parece-me que é, apenas, uma forma de (voltar) a segurar - e controlar! - as rédeas da minha vida.   

 

 


publicado por IWonderWhy às 13:25

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Sábado, 6 de Maio de 2006

Desabafos (in) convenientes

Já tinha reparado há muito tempo e não é a primeira vez que falo sobre isto. Qualquer pessoa gosta muito mais de nós quando estamos de bem com a vida. Ou, pelo menos, quando fingimos que estamos.

Todos temos altos e baixos nas nossas experiências pessoais e profissionais. É normal e compreensível. Há, até,  quem seja, por feitio, uma pessoa de altos e baixos. Como eu. Depois, há quem prefira "fechar-se em copas" e - está claro - é uma atitude a respeitar. E há quem - como eu, mais uma vez - desabafe em todas as direcções (amistosas e amigáveis) para poder (ou sentir que pode) espantar os males.

Valorizo os meus amigos tanto quanto a família. Às vezes (justa ou injustamente) até mais. Mas sinto que, quando despejo o que me vai na alma, repetindo-me, talvez, demasiadas vezes, nem sempre têm paciência para me ouvir.

Não me passa pela cabeça, em momento algum, pôr em causa a amizade de quem quer que seja. Felizmente, tenho bons amigos. E a quem atribuo este título, merece-o, de facto. Os outros são, apenas, colegas, conhecidos, quase estranhos. A alguns posso, até, chamar de "amigos", mas é uma palavra diferente, que não é sentida no coração nem me enche de orgulho.

Acho que esta atitude de recuo está relacionado com o instinto básico e normal do ser humano. Todos temos os nossos problemas e, por vezes, sem querer, ficamos ainda mais preocupados ou tristes com os problemas dos outros. E quem quer afogar-se em melancolia? Ninguém, claro está. Por isso, procuramos quem está sempre bem-disposto, quem tem piada, quem conta anedotas.

«Conta lá uma piada», diz o público ao comediante. «Conta lá uma piada», pedem os conhecidos à minha amiga, dotada de um extraordinário sentido de humor.

Talvez porque todos precisamos de ser animados, porque todos desejamos estar rodeados de um bom ambiente, se calhar também eu "despejo" os meus episódos menos bons para que me "contem uma piada". Enquanto partilho o que a minha vida tem de bom - e de menos bom - sobra menos tempo para pensar sozinha sobre tudo isso e perder demasiado tempo com divagações que só me prejudicam. Só espero não estar também a fazer perder o tempo dos meus amigos. Acho que não. Senão, por esta altura, já não tinha nem metade ;)

sinto-me:

publicado por IWonderWhy às 17:33

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Reputação

«As reputações são como a areia dos gatos: podem ser mudadas diariamente. Ou, pelo menos, deviam.»

(Candace Bushnell)

Eu acho que deviam e espero que possam. Não que a minha seja má. Mas há quem ache que não é a melhor.

sinto-me:

publicado por IWonderWhy às 17:31

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