.posts recentes

. A lógica dos pipis e das ...

. That's what friends are f...

. (Re) Conhecer

. Ouvir o coração

. Tomar decisões com medo

. ...

. Homens esquizofrénicos, m...

. (Curto) Elogio à amizade

. Um ano em 25

. Desenhos animados

.arquivos

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Julho 2008

. Junho 2008

. Junho 2007

. Maio 2007

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

Domingo, 26 de Março de 2006

Não diz nada, mas revela tudo

«É daquelas coisas que não sei o que é, mas sei que anda cá.»


(autor identificado... mas não aqui :)


publicado por IWonderWhy às 17:07

link do post | comentar | favorito

Eu quero uma viagem!!!

O Ricardo Pereira (actor) fez 250 viagens só no ano passado e eu... NUNCA andei de avião!!! Arrrrrrrrrghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

publicado por IWonderWhy às 14:47

link do post | comentar | favorito

Ainda há coisas boas...

Para poupar-me de ideias negativas e actividades pouco praseirosas resolvi fazer uma lista de coisas que gosto. Só porque sim.


- Conduzir (rápido) numa estrada sem trânsito, numa bela manhã de sol, enquanto ouço música bem alto no rádio


- Sentir o cheiro das flores amarelas à entrada do local de trabalho


- Ver que estou bronzeada depois de um dia de praia


- Aprender uma língua nova


- Rir às gargalhadas


- Saber que há pessoas que gostam de mim por aquilo que sou


- Vestir uma roupa bonita, arranjar o cabelo e maquilhar-me a preceito


- Beber uns copos e sentir-me a ficar "alegre"


- Dizer disparates sem receio de ser mal interpretada


- Respirar fundo à beira-mar e encher os pulmões de maresia


- Ver os meus amigos todos juntos, tão diferentes e tão especiais


- Chorar com um filme ou um livro


- Ver crianças a brincar


- Observar o vôo de um pássaro no meio do campo, ou da janela de casa, num dia de Primavera -


 Ir de férias, viajar, e regressar a casa com as energias recompostas


- Ver o meu trabalho valorizado e recompensado justamente


- Tomar um banho de imersão, com a banheira cheia de espuma, depois de um dia cansativo


- Escrever quando preciso mesmo de desabafar e não está ninguém por perto


- Ir a uma festa com boa música e gente bonita e dançar até de madrugada


- Dormir profundamente ou ter sonhos agradáveis


- Deitar numa cama feita de lavado, com os lençóis bem esticados


etc, etc, etc....


publicado por IWonderWhy às 14:45

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Domingo, 19 de Março de 2006

Contas da vida

Um dia destes dei por mim a pensar que estava cansada de ter papéis secundários na minha vida. Na vida pessoal, um mais um raramente é igual a dois. As minhas contas são mais um e um... às vezes. Um mais um menos um... Um a dividir por dois ou três... e lá fico eu com zeros e vírgulas... no meu saldo emocional. Fora o resultado (quase sempre) negativo da vida pessoal (mas às vezes produtivo), na vida profissional as contas também saíam confusas. Ou, que é como quem diz, os papéis. Por mais que eu somasse horas de trabalho, esforço e dedicação... o realizador do filme da minha vida acabava por atribuir o papel principal com base numa qualquer conta complicada ou, quem sabe, jogo aleatório. Deve ser parecido com o Euromilhões. Fartamo-nos de apostar, mas, só com muuuuiiitaaaaa sorte, nos saem 10 euros. Enquanto um gajo qualquer num recanto perdido de um país europeu joga uma vez na vida, uma aposta de 2 euros, e leva para casa uma bela soma. Na vida também é assim. Nem sempre quem aposta mais, obtém mais resultados. Mas mais vale apostar, por via das dúvidas.


Contas à parte, talvez seja melhor pensar que os papéis secundários são uma forma de treino, de melhoramento, para o papel principal. Estejamos a falar de relacionamentos ou profissão. Porque daqui a 10 anos não vamos aturar certas indecisões do sexo oposto, mentiras descaradas ou meias-verdades convenientes. Porque, nessa altura, vamos ter a certeza que há muita oferta, basta procurar, e que «mais vale só que mal acompanhado». Até porque quem tem (verdadeiros) amigos nunca está realmente só.


Na vida profissional, das duas uma: ou habituamo-nos a papéis secundários e somos bem sucedidos a desempenhá-los ou agarramos, finalmente, um papel principal e encaramo-lo como apenas mais uma meta... e não "A" meta. E, como não vamos ter medo de perder este novo papel que nos coube, porque já não parece assim tão importante, vamos olhar o patrão nos olhos e dizer sem medo as injustiças de que somos alvo. Vamos ter mais confiança em nós próprios porque sabemos que lutámos e chegámos lá. Não vamos deixar que ninguém nos passe por cima, mas também não vamos ficar obcecados com o sucesso dos outros. Vamos corrigir os nossos erros, mas vamos também aceitá-los melhor.


Parece que todas estas contas - e papéis - fazem parte da vida de todos nós. A diferença é que uns demonstram, outros não. Há quem viva de aparências, há quem seja transparente. No fundo, o que importa é aquilo que vivemos, aprendemos e assimilamos. Mesmo que caiamos várias vezes no mesmo erro. Tudo tem uma razão de ser. E mesmo que não tenha... o que interessa é que, enquanto cá estamos, possamos viver com muita emoção. Seja a chorar ou a rir.


publicado por IWonderWhy às 12:46

link do post | comentar | favorito

Sábado, 11 de Março de 2006

Carneirada

Irrita-me profundamente esta mania que as pessoas têm de se colocarem no meu lugar para dizer (sem profundo conhecimento de causa) "devias estar contente" ou "devias estar triste". Dada a crise no mercado profissional, devemo-nos contentar por ter um emprego que não nos satisfaz, com um salário muito reduzido e uma enorme carga horária. Não vale a pena ter ambição.
Como a maior parte dos portugueses é obrigada a "apertar o cinto", não vale a pena desejar (ou tentar ter) mais poder de compra. Ansiar por um carro novo, sonhar com uma viagem.
Se as relações efémeras são "fruta da época", não vale a pena querer algo mais duradouro. Ou se, pelo contrário, estamos cansados do que é "correcto" mediante parâmetros que nos foram enfiados na cabeça por quem nos educou ou pela sociedade, e preferirmos arriscar naquilo que nos apetece sentir, então somos uns "fracos" por não "resistir à tentação" e sermos iguais aos "outros".
Estou cansada desta mentalidade tão pequenina e - exageradamente - púdica. É a mania do "rebanho" de carneiros, em que vão todos atrás. "Todos" acham isto bom, por isso, tenho de achar também. "Todos" acham aquilo mau, por isso, "eles" é que têm razão. Ufff!!! Às vezes é difícil sermos iguais a nós próprios.

publicado por IWonderWhy às 18:26

link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
26
27
28

29
30
31


.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds