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Sábado, 29 de Abril de 2006

Burrice ou Espera por Melhores Opções

No espaço de dois meses, recusei dois empregos e foi-me recusado outro.

Agora surge outra possibilidade... que me parece ridícula.

Só espero que a necessidade de um salário e de estabilidade, não me leve a desistir de objectivos procurados há tanto tempo...

Será que chegou o momento de desistir, mas não consigo admitir...?

 

sinto-me:

publicado por IWonderWhy às 18:08

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Fenómeno das Orelhas Quentes

Toda a gente conhece e já todos sentimos. Uns acreditam, outros não. Decerto haverá uma explicação científica, orgânica, fisiológica... sei lá, uma explicação qualquer. Mas, desconheço-a, confesso.

O que é certo é que sinto, com uma frequência irritante, as minhas orelhas quentes. Tão quentes que chegam a arder e a ficar vermelhas. Umas vezes é a esquerda, outras a direita. Outras vezes são as duas, sejam ao mesmo tempo ou uma primeiro e a outra depois.

Nunca percebi ao que "corresponde" uma e outra na (i)lógica do "falar bem" ou "falar mal". Só sei que - coincidência ou não - quase sempre depois de sentir as orelhas quentes venho a saber que, alguém, de facto, falou sobre/de mim.

Se calhar, neste momento, quem estiver a ler este post, poderá pensar que tenho a mania da perseguição ou que estou a ficar paranóica. Não é nada disso. É só mais um daqueles assuntos que todos comentamos, mas ninguém questiona. E o que é certo é que todos falamos sobre todos a toda a hora. E não falo, necessariamente, de má-língua.

Falamos de pessoas que gostamos, da família, dos amigos. Comentamos qualquer coisa sobre o novo colega de trabalho, o professor da faculdade, o personal trainer do ginásio. Recordamos quem teve uma passagem mais breve pela nossa vida. Simplesmente, fazemos conversa sobre o que e quem nos rodeia.

E se falar é tão natural quanto pensar, se cada pessoa que conhecemos ou com quem nos cruzamos deixa em nós uma marca (pequena ou grande, irrelevante ou importante) que nos faz falar nela - na pessoa - então não será lógico pensar que há uma ligação material-mental entre tudo isto? 

Será esta mais uma forma de intuição? Representará este sinal físico ou sensitivo um alerta para algo que se poderá estar a passar na nossa ausência?

Era bom que fosse possível, não era? ;)

sinto-me: intuitiva

publicado por IWonderWhy às 15:32

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Mais templates

Se eu percebesse alguma coisa de Internet - e tivesse paciência - criava um template só para mim!

Com tanto cor-de-rosa, ainda "cegava" os poucos leitores que tenho ;)

Better?


publicado por IWonderWhy às 13:20

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Sábado, 22 de Abril de 2006

No Casino do mundo

Ao ler o excerto de uma Grande Reportagem, que vai passar no Jornal da Noite de amanhã, Domindo, na SIC, cujo autor é alguém que admiro pela forma como trabalha e lidera uma equipa, apaixonei-me por uma frase:

«Anastasia gosta de jogar aos dados com a vida.»

A diferença é que, no meu caso, sinto que é a vida que gosta de jogar aos dados comigo...

sinto-me: inspirada

publicado por IWonderWhy às 16:08

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Só a mim

Costumo dizer, entre amigos, que há coisas que só acontecem a mim. Normalmente, não acreditam ou acham que é exagero ou pessimismo. Ora aqui vai uma lista de algumas «pérolas» que me aconteceram...

- É de pequenino que se torce...

Desta não me lembro com exactidão porque era demasiado pequena. Reza a história, neste caso, a minha família mesmo, que estava sentada ao colo da minha irmã, na primeira fila, a assistir a um espectáculo de circo. Chega aquela fase (já extinta nos dias de hoje, felizmente) em que a senhora das cobras (julgo que não se diz domadora) resolve passear a dita pelas primeiras filas da plateia para os mais aventurados fazerem uma festa...(blearghh...). Quando está a aproximar-se de mim, sentada ao colo da minha irmã, (o raio d') a senhora tropeça... e lá vem a cobra...bem pertinho da minha cara. Está claro que abri um enorme berreiro e estive sem ir ao circo durante bastante tempo. Ahh... Até hoje não gosto muito desses bichos rastejantes... I Wonder Why...;)

- E eu que até gosto de carne...

Como todas as crianças, tive imensos animais de estimação. Pássaros, hamsters... e um coelho. A minha avó paterna fazia criação destes simpáticos animaizinhos. Depois de muito chatear, lá me deu um coelhito, ainda bebé, muito fofo e peludo. Quem não achou grande graça foi a minha mãe... que tinha de aturar o intenso cheiro... da urina do coelho. Eu - criança - não tinha grande paciência para limpezas profundas e, por mais que se tentasse lavar, a gaiola do bicho tinha sempre o tal cheiro característico. Depois de alguma insistência materna, lá decidi devolver o coelho à origem: à minha avó. O bicho voltou todo contente e começou logo em grande festa com os outros (sim, é isso mesmo... atirou-se logo a uma coelha..lol). Eu, tranquila, pensei que ia poder vê-lo sempre que fosse a casa da minha avó. Até que um dia....

Eu: «Avó, onde está o Barnabé?» (era o nome do coelho)

Ela: «Qual Barnabé?»

Eu: «O coelho que a avó me deu e que eu devolvi...»

Ela: «Ahhh!!! Esse tu e os teus pais já comeram na semana passada!»

Eu: ................................  

- Brincadeiras fora de época

Nunca fui grande fã do carnaval, mas lá ia fazendo as minhas brincadeiras. Em criança, mascarava-me. Em adulta, nem tanto. Mas nunca tive paciência para «porcarias», ou seja, estragar a roupa dos outros com lixívia, sujar de farinha e água, ovos podres.... era para esquecer! Neste ponto, até tive alguma sorte. Fora alguns balões de água, nunca me acertaram com «porcarias»... no Carnaval. É verdade. Um belo dia ia a chegar a casa, tranquila, a caminhar pela rua, quando, vindo não sei de onde... PAFFF... Cai-me um ovo em cima. Só que já não era Carnaval... era véspera de Páscoa.

- E eu que sempre gostei de andar sozinha na rua

Era fim de tarde e chegava a casa depois de mais um dia de escola. Tiro as chaves da mala e preparo-me para abrir a porta do prédio. Entra alguém comigo. Digo «boa tarde». Não responde. Penso: «Mal-educado». Entro no elevador e carrego no meu andar. A outra pessoa não reage. Até que tento sair do elevador para ir para casa... mas o tal indivíduo não me deixa passar. Era um assalto. Levou apenas trocos, mas, não contente, queria que lhe indicasse a minha casa. Não podia pensar em reagir porque ele ameaçava-me com algo que escondia debaixo do blusão (podia não ter lá nada, mas nunca fiando...). Lá desistiu e foi embora. Assustada, pedi ajuda aos vizinhos e chamei a polícia. Enquanto um dos vizinhos corria escada abaixo, atrás do assaltante, com uma viola na mão...(sim, uma viola... é que não havia taco de baseball), chegam os «senhores agentes». Propõem-me fazer uma ronda com eles pelo bairro degradado mais próximo, para tentar encontrar o assaltante. Lá fomos. A 20 km/h, com os faróis nos máximos, a apontar para todos os que passavam... Claro que não podia dar bom resultado. O carro da polícia foi apedrejado (connosco lá dentro, pois claro), os agentes saíram a alta velocidade do carro e eu - inconsciente, curiosa a querer meter o bedelho - fui atrás. Trancaram-me no carro para a minha própria segurança, chamaram reforços e acabaram por prender um homem... que não tinha nada a ver com o que me tinha assaltado.  Resumindo: fui parar à esquadra às 11 da noite, quando tinha sido assaltada antes das 7 da tarde...

- Perigo... entre a estrada e o passeio

Era de manhã, bem cedo. Ia no meu carro, numa rua transversal àquela onde vivo, a caminho da Gare do Oriente. A rua é estreita e, no bairro onde vivo (e quase por toda a Lisboa), o estacionamento é caótico. Numa família de 4 pessoas, existem, muitas vezes, 6 carros. E tendo em consideração que os prédios com garagem só têm capacidade para um carro por condómino, é fácil de calcular que todos os outros ficam «espalhados» pela rua. Lá ia concentrada no meu caminho, quando vejo, a uma distância considerável, um senhor a caminhar na berma da estrada. Dava espaço para o carro passar, sem qualquer problema. Pensei: «É tão cedo, está tudo em silêncio, não vale a pena apitar, porque tenho espaço e o senhor já deve ter dado pelo carro». Eis quando, no preciso momento em que vou a passar por ele, o dito senhor, em vez de se desviar para o passeio, desvia-se ainda mais para a estrada - por causa de um carro mal estacionado - e... PATAPUM!! Bato com o retrovisor no braço do senhor e o espelho partido voa para dentro do carro (a janela estava aberta, era Verão) em direcção à minha cara. Páro o carro e saio furiosa, com a cara arranhada pelos estilhaços do esppelho, indignada por o senhor se ter atravessado no meu caminho, pondo em risco a vida dele e pondo em causa a minha responsabilidade ao volante. Grito:

Eu: «Mas você é doido?!!! Atravessa assim à frente do carro?? Não viu que eu vinha aí?»

Ele:........

Silêncio. Ou quase. Exprimia alguns sons e gesticulava. Depois percebi. Claro que não tinha dado pela presença do carro. «Eu também não apitei» - pensei na altura. Mas de que é que servia? - pergunto-me agora. O senhor era surdo-mudo. 

 

 

sinto-me:

publicado por IWonderWhy às 13:59

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Tanta cor

Confesso que não há nenhum estilo que me agrade realmente para aplicar a este blog... mas como gaja que sou... vai de cor-de-rosa!!

publicado por IWonderWhy às 13:49

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Feeling stupid

«I don't wan't to be a stupid girl...».... mas sinto-me como se fosse quando o trabalho não passa de um miserável Copy/ Paste... feito numa secretária que não é minha, num computador cheio de ficheiros pessoais que não me pertencem, num andar instalado no caos, com mesas e cadeiras a passar por cima da minha cabeça!!!!

Socoooorrrrrrrrrrrrooooooooooooooo!!!

sinto-me:
música: Pink

publicado por IWonderWhy às 13:40

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Haja fé

Há dias que só queremos que cheguem ao fim. Há fases da nossa vida que só esperamos que passem depressa. Para aguentar o presente, tentamos ter esperança no futuro.

Será que é da fé que vem o optimismo? Acreditar será, de facto, vencer (como dizia a letra da música da OP)?

Admiro as pessoas que têm uma fé inabalável (ou quase). Seja em Deus (ou no deus de uma qq religião), nos astros, nas energias, na sorte ou, simplesmente, nelas próprias. Há quem ache mesmo que o poder da mente dá resultado. Mas a maior parte das pessoas só se lembra deste poder quando pode ser negativo. Se falamos em algo de mau (por exemplo, na morte de alguém), batemos na madeira, batemos na boca, comentamos que "nem é bom falar"... e outras coisas do género.

Mas quando se tratam de coisas boas, acabamos por considerar que falar nelas é, apenas, alimentar uma esperança. E quanto mais ela é alimentada, pior será quando percebermos que não terá concretização.

Exercitar o pensamento, treiná-lo para pensar apenas aquilo que deve (coisas positivas) é muito difícil. Acreditem, eu já experimentei! Por vezes, queremos esquecer algo ou alguém... e não conseguimos (pelo menos, no momento desejado). Outras queremos pôr de lado uma vontade, um desejo, um sonho... mas, quando menos esperamos, aquela ideia - que se queria esquecida - atormenta-nos o pensamento.

Era muito mais fácil sermos programáveis, como um computador. Às vezes, fazia falta carregar no pause ou no stop. Fazer rewind para rever cenas boas... para relembrar asneiras que não queremos repetir. Neste momento, só tinha vontade de carregar no forward. Avançar para uma cena melhor deste filme.

sinto-me:

publicado por IWonderWhy às 20:15

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Sábado, 15 de Abril de 2006

«Idade da Indecência»

Ao ler o livro de uma das minhas séries de culto, deparei-me com uma catalogação da época em que vivemos verdadeiramente deliciosa: «Idade da Indecência». Claro que, à primeira vista, o nome parece um bocado moralista. Mas não é.


O que, na minha opinião, este rótulo pretende transmitir é um retrato da «nossa» época ou da actual/nossa geração. Lembro-me tão bem dos 15 anos... dos 18... dos 20. Dos amores platónicos, das paixões, do frio na barriga, das pernas a tremer, da ansiedade, de tudo o resto não importar... Só ele, o objecto do nosso amor, da nossa paixão.


Ontem, numa daquelas conversas de café, entre amigos, alguém disse: «Esses sentimentos não existem. As cócegas no estômago são fome, as pernas a tremer é nervosismo. A paixão é uma ilusão». Sim, talvez seja. E não é tão boa esta doce ilusão? Claro que depois de um sonho alto, muitas vezes (ou quase sempre) vem uma grande queda. Mas depois da ferida sarada - bem depois - a recordação dos bons momentos continua a acompanhar-nos. Se calhar é por isso que alguém disse: «Quem já amou, nunca se sente só».


E talvez seja pelo medo desta solidão que hoje vivemos a tal «Idade da Indecência». Não que sejamos todos amorais ou levianos. Muitas pessoas têm valores e procuram a estabilidade. Mas a rapidez com que se vive o dia-a-dia, a falta de tempo, a quantidade de pessoas que conhecemos e que se cruzam connosco todos os dias aumentam os sentimentos de incerteza e insegurança. Por isso andamos (quase) sempre insatisfeitos. Se temos um compromisso, gostávamos de ser solteiros. Se somos solteiros, sentimos falta de alguém. E é a tentar preencher esta falta que a maior parte de nós embarca em relacionamentos temporários e efémeros, em regime de part-time, «quando eu quero e a ti dá jeito», a viver o hoje, sem grandes promessas para amanhã. Porque naquele momento há um lugar que se ocupa, um espaço que se preenche, um ego que sobe.


Talvez seja um sinal de maturidade conseguir encarar o tempo actual como ele é, deixando de parte a utopia do príncipe encantado criada através das histórias que nos contavam na infância. Ou talvez seja um sinal de inteligência saber investir numa relação, saber geri-la e, sobretudo, saber quando é hora de desistir, quando já não há nada a fazer, para que não se perca o que sobrou de (um pouco de) uma vida em comum : as lembranças, o respeito, a amizade.


publicado por IWonderWhy às 16:24

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