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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

(Re) Conhecer

Prometi a mim mesma - e a vocês, os poucos que (ainda) lêem este blog - que, quando tivesse um pouco mais de tempo, inspiração q.b e um computador por perto, voltaria a escrevinhar qualquer coisa nestas páginas... Pois, hoje, ocorreu-me um assunto dadas as últimas circunstâncias da minha vida...

 

Por que é que será que há pessoas que se lembram de nós e outras que nunca nos reconhecem? E por que é que será que algumas, que antes nem nos viam, mesmo que se cruzassem connosco todos os dias, agora nos tratam quase como se fossemos grandes amigas?

 

Passo a explicar... Estive durante cerca de ano e meio (talvez não tanto, mas pareceu mais, tal era o Big Brother...) a trabalhar num local onde existiam mais de 100 pessoas. Mas estive em tantos horários e equipas, trabalhei tantas horas por dia (e por noite!) que era (quase) impossível existir alguém, entre a centena, que eu não conhecesse, pelo menos, de vista...

 

Mas, um dia, por força das circunstâncias, tive de sair deste local de trabalho. Voltei algumas vezes em visita, mas a maioria dos (ex) colegas reagia friamente, parecendo já nem se lembrar de mim. Pessoas com quem costumava conversar abertamente e, até, escutar confidências, deixaram de responder aos e-mails ou às sms (até de Feliz Natal e Bom Ano...). Os poucos que encontrei, casualmente, na rua, fingiram não me reconhecer ou, simplesmente, viraram a cara.

 

E eu sofria, sofria... pelas amizades perdidas e fingidas... pela frustração de não ter regressado... pelo medo de ter falhado... pelo peso na consciência por tudo o que não fiz e podia ter feito... e pelo que fiz e (supostamente) não devia...

 

Mas eis que... o tempo foi passando... e a minha carreira foi caminhando... passo a passo. Não sei se evoluiu, mas quero acreditar que sim. E hoje, estou noutro local de trabalho. Muito diferente, mas, ao mesmo tempo, tão familiar. E alguns que eram, apenas, colegas, noutros tempos, parecem querer ser amigos... E outros que eram tão conhecidos do geral e tão desconhecidos para mim... de repente, querem saber tudo da minha vida, o que fiz, por onde andei... e sempre se lembraram de mim, ouviram falar do meu percurso... e até se preocuparam...!

 

Talvez porque, mesmo as caras mais conhecidas, ao entraram num ambiente estranho, precisam de sentir uma ligação familiar. E, às vezes, procuram-nas onde nem faz muito sentido... Mas a necessidade faz o engenho. E, no fundo, todos precisamos uns dos outros. E somos todos tão iguais... aren't we..?

sinto-me: inspirada
música: Justin Timberlake

publicado por IWonderWhy às 00:01

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